Assisti "Jogos Sinistros". Típico filme de suspense francês. Ula lá, croissant, mon amour e au revoir... Abajour, soutien, soufflé. Casal recebe a visita de dois fantasmas, antigos moradores da casa mortos pelo pai. O casal surta e começa a imaginar que os filhos são demônios. Rola um clima de "Amitiville", mas mais lento. Botam fogo na casa e a família toda morre tostada. E vive le france...
Jogos Sinistros (2001) Titulo Original: Un Jeu D`Enfants Direção: Laurent Tuel
Com Karin Viard e Charles Berling
Gostei de todos os filmes do Kevin Smith, de "O Balconista" à "Dogma", incluindo a sequência do Balconista e até mesmo "O império do besteirol contra-ataca". Gostei de todos os filmes onde o Seth Rogen aparece, de "O virgem de 40 anos" à "Superbad", incluindo "Knocked up". Quando descobri que os dois fariam um filme juntos, não consegui esperar e consegui um R5 de Zack and Miri.
Amigos desde a infância, Zack and Miri dividem um apartamento e uma infinidade de dívidas. Depois de ter a luz e a água cortadas e prestes a perder o teto, decidem tentar ganhar dinheiro fazendo um filme pornô. Tinha tudo para ser uma comédia recheada de sacanagem, mas, como em Knocked up, acabou virando um dos filmes mais "fofos" do ano. Em meio ao seu projeto caseiro de sacanagem, Zack e Miri descobrem o que não haviam percebido durante tantos anos que passaram juntos, que foram feitos um para o outro.
Zack and Miri make a porno
Direção: Kevin Smith
Escrito por: Kevin Smith
Com: Seth Rogen e Elizabeth Banks
Essa semana terminei de assistir a série "Kingdom Hospital", um remake da série "Kingdom" escrita por Lars Von Trier, aquele chato cult que fez Dogville, a obra prima do cinema chato. Adaptado e produzido por Stephen King, a série acompanha o cotidiano de um hospital caminhando rumo à destruição por um terremoto, provocado por fantasmas vítimas de um incêndio que destruiu o local, uma antiga companhia têxtil, há pouco mais de um século.
Acompanhamos uma médium hipocondríaca em sua jornada para ajudar a menininha fantasma "Mary" a descansar em paz e salvar o hospital de seu triste fim. Em meio à ambulâncias fantasmas, elevadores que param em andares que não existem e mortos muito vivos, Kingdom desfila um folclore próprio. Um tamanduá fantasma gigante, um vigia de óculos super fundo de garrafa, um casal de baixinhos portadores de síndrome de down são alguns dos personagens que completam esse quebra-cabeça.
Momentos inspirados, cenas nonsense e um clima geral stephenkinguiano, com direito à aparição do próprio e um momento autobiográfico. São apenas 13 episódios e quando termina, fica uma certa saudade dos personagens. Principalmente Abel e Christa, os super simpáticos assistentes Down. Segue uma das cenas mais memoráveis da série.