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Tô ouvindo e recomendo...

Who the hell é Malu Magalhães?
Qua, 17 de Dezembro de 2008 11:24

Aí eu escuto uma promoção da Vivo (Vade Retro, coisa ruim!) dizendo que se você comprar o novo Motorola (Vade Retro, coisa ruim again!) ganha conteúdo exclusivo Malu Magalhães... Primeira coisa que penso: who the hell é essa daí? Alguma "modelo e atriz"? Canta, dança e representa? 

Na sequência, descubro que é uma menina de 16 anos que está de caso com um dos tiozinhos barbudos dos Los Hermanos... 

Pergunto para o Master, que sempre sabe de tudo sobre novidades da música e ele me diz: - Ela cantando parece a Britney Spears com dor de barriga. Concluo que não quero nem ouvir. Associar de uma vez só, Vivo, Motorola e Los Hermanos, é praticamente uma missa negra. Heresia completa contra meus princípios. 

 
Tô ouvindo: Slot
Sex, 30 de Maio de 2008 23:00
Aconteceu assim, meio por acidente, como as descobertas divertidas geralmente surgem.

Me passaram, pelo msn, um link para um vídeo no youtube. Um desses vídeos engraçados que o povo manda o tempo todo e que pouco a pouco vêm tomando o lugar dos e-mails com powerpoint no ranking do spam.

Abri o link, assisti o vídeo, dei risada, cliquei em um outro vídeo que aparecia na mesma tela, e acabei indo parar num clip do Slot.

Tá, e what the hell é esse tal de Slot? É a banda que abriu o show do Korn em St. Petersburg e que faz parte da trilha sonora do “Guardiões da Noite”. (tá, depois escrevo um post sobre o Guardiões)

O negócio é que a banda é bem legal. O som lembra algo entre Linkin Park e Evanescence, com vocal feminino e letras em russo. Pra quem não quiser fazer um test-drive completo, recomendo ouvir The Board, que faz parte do álbum Trinity, o terceiro deles.

E pra quem tiver com preguiça de procurar, ou pressa de ouvir, taí uma amostra…

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Rock in Rio in Lisboa in Madrid?!
Qua, 28 de Maio de 2008 23:00

Alguém aí sabe me dizer porque continuaram com o nome “Rock in Rio” depois que o evento saiu do Brasil? Tudo bem que existe um apelo comercial, mas o ridículo da discrepância geográfica não justifica os possíveis lucros que o festival possa gerar.

Não acho que seja tão difícil criar outro nome que também dê lucro, até porque, o nome do evento é a última preocupação do público que lota os estádios para ver um show. As bandas, o setlist, quem vai abrir , quem vai fechar, os nomes confirmados, isso sim é o que passa pela cabeça e não importa se o evento é o “Chimera Music Festival” ou o “OzzFest”.

O “Monsters of Rock” mudou para “Philips Monsters of Rock”, mas manteve o Rock, enquanto o “Rock in Rio” manteve o nome firme e forte, mas não tem mais nem rock e nem Rio. Enquanto na primeira edição tivemos nomes do porte de Queen, AC/DC e Ozzy, nas edições seguintes, a “democratização do evento” nos trouxe Sandy, Britney, Shakira, Alejandro Sanz e Carlinhos Brown, entre outros “Monstros Sagrados do Rock”.

Esse ano, temos confirmadas duas edições do “Rock in Rio”, uma em Lisboa (Rock, ora pois) e outra em Madrid (Rock en el Rio).

E como se isso não fosse suficiente, de uns tempos pra cá, a onda do “politicamente correto” e a moda da “consciência social” ainda tentam embutir a idéia de que o festival “inspira a conscientização” para a construção de um mundo melhor.

Putz, faz tempo que tão tentando fazer essa construção e até agora, nem colocaram os andaimes. O mundo deve continuar na mesma por muito tempo…

 
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